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Verde Vinho

Roberto Leal

Composição: Paulo Alexandre

Ninguém na rua, na noite fria, só eu e o luar
Voltava a casa, quando vi que havia luz num velho bar
Não hesitei, fazia frio e nele entrei
Estando tão longe da minha terra, tive a sensação
de ter entrado numa taberna de Braga ou Monção
E um homem velho se acercou e assim falou

Vamos brindar com vinho verde que é do meu Portugal e o vinho verde nos fará recordar
A aldeia branca que deixei além do mar
Vamos brindar com verde vinho pra que eu possa cantar
Canções do Minho que me fazem sonhar
com o momento de voltar ao lar.

Falou-me então daquele dia triste o velho Luiz
em que deixara tudo quanto existe para ser feliz
A noiva, a mãe, a casa, o pai e o cão também
Hoje recordo aquela cena que na estranha vi
Recordo a mágoa, recordo a pena que com ele vivi.
Bom português, regressa breve, vem de vez...



- Postado por: Delírios de Poeta às 19h42
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Dor de amor...

É saudade dolorida.

Marca a ferro quente,

no coração é ferida.

 

Dor de amor não se esconde.

É latente impaciente.

A dor de amor não se responde.

Simplesmente se espera paciente.

 

Pra dor de amor não tem remédio.

Ela é cheia de mistério.

Pra dor de amor só o mesmo tempo.

...Um pedaço de esquecimento.

(Autor: Fernando José da Silva)



- Postado por: Delírios de Poeta às 23h18
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Clamei por gotas de amor,

Pedi para que viessem de mansinho.

Que não tivessem pressa que fosse devagarinho.

Pro meu pobre coração não se assustar.

 

Coração sem amor, com apenas um gota,

Por menor que seja é capaz de se afogar.

Coração assustado, se assusta fácil,

Uma gota é muita coisa, num coração solitário.

 

Clamei gotas de amor, mesmo que fossem de orvalho.

Fino e manso, pra molhar meu coração.

Com tantas gotas agora, quero um coração...

Completamente inundado.

(Autor: Fernando José da Silva)



- Postado por: Delírios de Poeta às 16h40
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Um poeta não vive só de sonhos,

De ilusões ou amores impossíveis.

O poeta não pode ser só amor platônico.

Ou apenas criar musas...

 

Um poeta não é só romantismo,

Muito menos só tristeza e solidão.

O poeta vive de amor...

Amor real, de beijo e abraço.

 

O poeta pode até não dizer tudo que pensa.

Mas escreve sempre tudo que sente.

O poeta chora, mas também sorri.

O poeta é autêntico. Ou às vezes não.

 

Mas acima de tudo.

O poeta é homem...

Que precisa sempre...

De todas as coisas boas do amor.

(Autor: Fernando José da Silva)



- Postado por: Delírios de Poeta às 22h47
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Se perguntares de onde venho.

Eu venho da solidão.

Se perguntares pra onde vou.

Vou em busca da ilusão.

 

Se bem que ilusão tenho todos os dias.

Talvez nem seja preciso ir.

Quem sabe eu busque outro rumo.

Um talvez mais interessante.

 

Onde eu possa ver o sol...

Todos os dias a se pôr.

Mas o que eu quero mesmo é um rumo certo.

Um que eu possa estar todos os dias ao seu lado.

 

Nesse caminho do amor...

Cheio de carinho, de erotismo.

Um que simplesmente...

Eu possa estar todo o tempo ao seu lado...

(Autor: Fernando José da Silva)



- Postado por: Delírios de Poeta às 22h33
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- Postado por: Delírios de Poeta às 17h28
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- Postado por: Delírios de Poeta às 17h26
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Melhor que Suspiro

Melhor que suspiro, o ar que respiro.

Paixão, amor, carinho, beijo, dengo.

Sua presença, seu corpo, seu perfume.

Arrepio... Beijo na Nuca...

 

Haja folêgo...

 

Sedução, compreensão, amor na cama.

Sexo, regado a paixão. Tempero certo.

De dois amantes, maravilhados.

Apaixonados...

 

Haja folêgo...

 

Pra um amor tão forte assim.

Um amor com cheiro de jasmim.

Um amor no tempero certo.

Forte como alecrim.

 

Melhor que suspiro...

 

Te amar.

E ser amado por você.

Tão forte assim...

(Autor: Fernando José da Silva)



- Postado por: Delírios de Poeta às 17h29
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Ah! Meu amor...

Hoje decidi que traria-te rosas.

Não não é seu aniversário.

Ou qualquer outra data especial.

 

As rosas também não são um pedido de desculpas.

Ou servem para qualquer outro próposito.

As trouxe simplesmente, para enfeitar a sua vida.

Para perfumar as suas mãos, e alegrar o seu dia.

 

As rosas são sim, para num misto.

Fazê-la ainda mais bela.

Não nenhum outro sentido

Te essas rosas.

 

Senão o de alegrar.

Perfumar o seu dia.

E encantar ainda mais sua beleza.

Meu amor...

 

Que elas sejam prova do carinho,

Da admiração e do imenso...

Imenso amor, que tenho por ti.



- Postado por: Delírios de Poeta às 20h52
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Não importa a porta,

se é direita 

ou torta.

 

 

Por ela você entra

me tenta

inventa

e me contenta,

numa atitude pura

com doçura,

sem tortura.

 

 

Você entra 

e me procura com decisão.

Cheia de alegria

eu abro a porta de meu coração

e logo me faço

eterna herdeira

de uma imensa paixão!

 

 

 



- Postado por: Delírios de Poeta às 20h41
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- Postado por: Delírios de Poeta às 20h27
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Por quantas vezes for necessário, declaro:

Te amo...

 

Na praia, numa ilha, num quarto.

Seja manhã, tarde ou noite.

Mesmo que não seja necessário.

Declaro... Te amo.

 

Num simples guardanapo,

Numa folha de papel.

Ou até mesmo num "outdoor".

Declaro... Te amo.

 

De brincadeira, ou falando sério,

Numa enorme festa.

Ou mesmo quando estamos sós.

Não. Não é só uma simples declaração.

 

Se tudo isso faço, é simplesmente...

Porque Eu te amo.



- Postado por: Delírios de Poeta às 20h26
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O amor prisão sem grades,

Que corroe a alma.

O amor, o mais egoista.

Que prende e joga fora a chave.

 

Prisão sem muros, sem grades.

Uma única setença, prisão perpétua.

E onde estão as chaves?

Quem pode te-las?

 

Comigo não está.

Ao menos torço esteja com você.

Prisão do amor. Prisão sem dor.

Sem muro nem grades.

 

Onde estão as chaves...

 

Prisão do amor!



- Postado por: Delírios de Poeta às 13h40
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Hei passarinho que canta só,

entoa seu canto, me faz sorrir,

Que hoje a tristeza é de fazer dó.

Canta bem alto sabiá.

 

Só pra ver se essa tristeza me deixa só,

Pra não cantar sozinho sabiá, manda chamar o curió,

Mas entoa bem esse canto, que hoje to de fazer dó,

Não é por falta de amor, é só porque me sinto só.

 

Canta forte passarinho, para alegrar o meu dia,

Mas canta sem rebeldia, canta com alegria,

Que preciso desse canto, pra acalmar a minha alma.

Pra mandar a saudade embora,

E trazer a minha calma...  



- Postado por: Delírios de Poeta às 11h09
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